Sexta-feira, 03 de julho de 2020
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Etiqueta não tem idade

Por Lígia Marques *


Quem nunca viu pais corados de vergonha por deslizes dos filhos? Veja como evitar situações embaraçosas ensinando ao seu anjinho boas maneiras desde cedo.

Quando o Homem começou a viver em sociedade estabeleceu algumas normas de convívio. Com o desenvolvimento da civilização as leis de bom comportamento tornaram-se mais abrangentes e detalhadas.


É impossível imaginar um grupo de pessoas sem regras de convivência, com cada um fazendo o que bem entende, sem se importar com o outro. Cada sociedade possui cultura e padrões próprios de comportamento e de etiqueta. Há também parâmetros de educação universais.


Ser uma pessoa bem educada é conhecer e utilizar regras que facilitam e tornam possível a vida em sociedade. Não é sinônimo de frescura como muita gente pensa.


Clicfilhos dá dicas de etiqueta e boas maneiras com a orientação de Lígia Marques, consultora no assunto. Tire dúvidas e faça perguntas clicando em "fale conosco". Com alguns toques o comportamento do seu filhote pode melhorar muito, evitando que você passe por situações vexatórias.

Boas maneiras começam no berço

A criança começa a apreender informações sobre o meio que a rodeia no momento em que nasce. Com o passar dos meses esses conceitos passam para nível consciente, dando origem às atitudes manifestadas durante a infância e por toda a vida.


O primeiro modelo de comportamento assimilado é o dos pais. Faça questão de praticar as regras mais simples de etiqueta e boas maneiras diante do seu filho: pedir licença para interromper uma conversa; por favor precedendo pedidos; dizer obrigado; falar baixo; comportar-se bem à mesa e respeitar os empregados.



O primeiro passo é cobrar da criança o mesmo procedimento. Quanto mais jovem, maior será o retorno. Os pequenos que estão aprendendo a falar adoram novidades. Para eles falar "bom dia" e dizer "tchau" é pura diversão.


Não devemos subestimar a capacidade de aprendizado, observação e discernimento das crianças. Mesmo antes de falar e andar são capazes de assimilar e trabalhar informações que determinam a maneira de agir.


Quando as boas maneiras fazem parte do cotidiano familiar, tornam-se hábito para as crianças e se transformam em atitudes naturais, dando ares de leveza e deixando o convívio prazeroso.


* Lígia Marques é consultora de etiqueta e boas maneiras para adultos, crianças e adolescentes. Possui metodologia desenvolvida especialmente para despertar o interesse na faixa etária de 9 a 13 anos, com grande sucesso entre pais, filhos e escolas. Atende em São Paulo e por todo o Brasil
ligiamarques@ligiamarques.com.br


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